domingo, 18 de fevereiro de 2018

Voltei!!! E com uma nova série de posts!!!

Olá Astroleitores. 
Cá estou eu novamente. E tenho novidades!
Vou voltar a publicar conteúdo com uma frequência decente, como nas antigas. Talvez não exatamente todo dia, mas com certeza com mais frequência do que nos últimos anos. Estou totalmente desatualizada das notícias, e ainda tenho a tarefa árdua de consertar esse problema com as imagens todas aqui do blog, então tenham paciência comigo :) 
Enquanto vou me colocando a par do que está acontecendo no mundo científico e lidando com esse problemão das fotos, vou trazer para vocês uma série de postagens sobre um mesmo tema: A Escala Evolutiva das Civilizações. Trata-se de uma edição (nº 34-A) da revista Superinteressante chamada Guia de Viagens Intergalácticas, publicada em março de 2013, que nos mostra como será a conquista do espaço nos próximos séculos, como está a situação da exploração espacial atualmente e como ela provavelmente vai estar daqui 1 bilhão de anos. Realmente superinteressante, não?

Essa maravilhosa revista é dividida em 5 capítulos:
  1. Hoje;
  2. Em 200 anos;
  3. Em 10 mil anos;
  4. Em 1 milhão de anos;
  5. Em 1 bilhão de anos.
Confesso que faz anos que possuo esse material e nunca li com a devida atenção. Mas farei isso, pra poder resumir aqui pra vocês. Segue abaixo a introdução, nas minhas palavras:
...
No passado, a curiosidade do ser humano o levou a sair da África e desbravar todo o planeta. Agora, essa mesma curiosidade nos faz buscar outros mundos. Próximos e distantes. Ninguém pode dizer exatamente como será o futuro da exploração espacial, mas as hipóteses são baseadas em duas premissas bem razoáveis: a) o nível de consumo e manipulação de energia da nossa civilização continuará crescendo no mesmo ritmo de hoje em dia por tempo indeterminado e b) tudo o que não é efetivamente proibido pela física acabará acontecendo. 

Com base nisso, o astrônomo Nikolai Kardashev em 1964 propôs dividir eventuais civilizações ET's em 3 categorias: A do tipo I é aquela que consome toda energia que chega a seu planeta. A do tipo II usa toda energia produzida por sua estrela (no nosso caso, o Sol) e a do tipo III consumiria a energia de sua galáxia inteira. 

Nós, no momento, seríamos o tipo 0 - não conseguimos dominar por completo nem a energia que chega ao nosso planeta. Mas também não estamos tão longe. O físico Michio Kaku, da Universidade Municipal de Nova York, estima que possamos atingir o tipo I em 200 anos, o tipo II em 10 mil anos, e o tipo III em 1 milhão de anos. Se isso vai acontecer mesmo, dependerá de nós. Se tivermos a sabedoria, como espécie, para não nos destruirmos antes. Os limites sempre serão nossas próprias limitações. Mas aí é que entra o teste da curiosidade humana, que nos desafia desde sempre e não deve ir embora tão cedo. Ainda bem!
...

E aí? Empolgados com os próximos posts? Porque eu estou 🙌 Fiquem ligados ;) 

Ahhh gente, quase ia me esquecendo de outra novidade boa!!!
É com muita alegria que comunico a vocês que o Princípios da Astronomia agora faz parte do tal Google Adsense. Sim! Depois de quase 8 anos de blog, estamos monetizados. Peço a gentileza de desativar bloqueadores de anúncio (AdBlock e companhia) enquanto estiver navegando aqui, pois isso me ajuda muito. Criar conteúdo de qualidade dá um certo trabalho e queria poder complementar a renda familiar com esse troquinho ("pode me chamar de sonhadora, mas eu não sou a única"). 
O blog em si não me gera gastos, mas pra ele existir eu preciso pagar a internet e bancar minha subsistência, com o bônus de que agora tenho um mini ser humano pra criar, ou seja, não pensem que vou ficar rica (risos) e nem achem que é um dinheiro fácil, porque não é. Esse por hora é meu trabalho e nada mais justo que eu possa ter um retorno, por mínimo que seja. Até agora acumulei a quantia astronômica de 18 dólares hahahah mas pra quem nunca teve ambição de ganhar dinheiro com a internet, tá mais do que ótimo! 
Vou ficando por aqui. Comecei a escrever às 02:04 e agora já são 03:43, tô horrorizada pensando no quanto vai ser difícil levantar da cama amanhã mas valeu a pena, e olha que esse é só o começo. Logo chegam mais 5 posts quentinhos e com todo carinho pra vocês. Até mais!

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Meu relato de abdução.

Olá pessoas! Como vão vocês?

Pois bem, vim contar um pouco sobre minhas experiencias de vida ao longo desse tempo em que estive ausente do blog. 

No dia 6 de abril do ano passado escrevi um último post entitulado Não é um post sobre Astronomia, onde expliquei o pepino que tive com as imagens do blog (pra quem não quer abrir o link mas reparou nesse bug, eu sem saber excluí todas elas da minha conta no Google+ :( tipo assim, ainda to bem triste com isso buabuabua). Minha ideia era ter resolvido o problema nessa época, eu estava bem empolgada com a volta das atividades aqui no blog, mas fiz uma viagem para outro mundo. 

O mundo das fraldinhas sujas, dos chorinhos, das roupinhas minúsculas e tudo mais :) Fui abduzida pela maternagem :)

Issumemu. O motivo do meu desaparecimento virtual tem nome, sobrenome, um sorriso lindo e saiu de mim rs No dia 20 de abril desse ano nasceu meu primogênito, Augusto, o próprio amor em carne e osso! Ele está com 6 meses e 4 dias, é muito tranquilinho, muito doce, esperto e risonho... Finalmente dediquei uma das suas sonecas para dar sinal de vida, dizer que ainda estou aqui, que ainda sou a Thainá do Princípios da Astronomia (só que 6 anos mais velha e mãe, dona de casa e muitas outras coisas). Geralmente quando ele dorme saio igual uma doida pela casa ten-tan-do arrumar alguma coisa rs Mas saibam que não foram poucas as vezes que senti falta disso aqui. Estou meio enferrujada e preciso da ajuda de vocês pra voltar a ativa... De sugestões... O que vocês querem ver ser discutido aqui? Ou simplesmente comentado? Enfim, seus assuntos preferidos, suas dúvidas... Dependendo do apoio que eu receber nesse sentido, talvez estarei voltando definitivamente para a blogosfera. Gente, preciso voltar para meus outros afazeres agora. Até o final da semana vou dar uma olhada nos comentários e repor o máximo de imagens que conseguir (tarefa trabalhosa, tinha MUITA imagem, mas se ninguém fizer, quem fará não é mesmo? Pessoooooaaaaas, para tudo! Vocês viram a Super Lua? Meu, que Lua era aquela né?! Augusto não consegue avistá-la ainda mas logo estará acompanhando os eventos com a mamãe e o papai. Falando nele:


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Não é um post sobre Astronomia

Oi oi gente!

Passei aqui só pra dar dois recados.

O primeiro: aconteceu uma coisa ruim com o blog. Apaguei as imagens no Google Mais achando que não interferiria em nada, mas fui ver os posts mais antigos (todos os posts do blog, na verdade, tirando os mais recentes) e constatei que as imagens não estão abrindo. Vou tentar arrumar isso em breve e aos poucos, uma vez que haviam MUITAS fotos e precisarei repô-las e ainda colocar o site de onde as peguei na legenda, uma a uma. Espero que entendam e que isso não influencie na qualidade do meu querido PdA.

O segundo: Finalmente criei vergonha na cara e fiz cadastro no Recanto das Letras, um site especial para publicação de textos, e estou divulgando os meus lá. Ainda tô na assinatura básica, que só permite 3 postagens por dia e não tem muita frescura de formatação, mas tenho impressão de que isso há de ficar mais sério. Até o fim do ano pretendo terminar meu livro e fazer a correria para publicá-lo. Enfim, tomei essa iniciativa para colher críticas construtivas e melhorar meu "trabalho", ver que tipo de recepção eu e minhas palavras recebemos por enquanto. 
Vou deixar meu perfil de autora (olha que chique!) bem aqui pra quem quiser dar uma olhada. 
Tenho 6 publicações até agora e algumas delas são um pouco pessimistas porque escrevi numa fase bastante conturbada da minha vida, mas apesar de não me refletirem mais, considero razoáveis, literariamente falando. Não escrevo tanto sobre felicidade, e não é por eu ser infeliz nem nada disso. É só que os momentos alegres eu quero é aproveitar e gravar em mim, não no papel. Diferente das coisas ruins, que eu passo pro papel na tentativa de drená-las de mim. Acho que é por aí xD

Obrigado pela atenção Astroleitores!

segunda-feira, 30 de março de 2015

209 segundos que farão você questionar sua existência inteira.

Bom dia, Astroleitores!


Creio que eu não tenha muita coisa a acrescentar. Já vi vários vídeos como esse (até postei dois deles em 2011, aqui) e nunca me canso de frisar que sou cosmicamente insignificante. Simplesmente porque isso me faz querer ser o melhor que posso ser, todo dia. Me faz pensar que, apesar de o "meu máximo" ainda ser "tão pequeno" se comparado com o Espaço que eu existo como ser biológico, ainda é o meu máximo pra um monte de gente (principalmente pra mim né, bjim no ombro xD) e pro planeta que ainda posso chamar de "meu". Sei lá. O fim de semana foi de muita filosofia. Me deem um desconto, vai.
Estou me enrolando para colocar o vídeo logo e não sei o motivo.

Ah sim, eu sei.

Tive minha existência inteira questionada em apenas 209 segundos.
HAHAHAHAHA.

Falando sério, é muito bacana mesmo! Mas se você se sente um pouco depressivo e entrando numas vibes tipo 'como sou onde estou onde quero chegar?' confesso que não vai ser tão legal.
Tô me enrolando de novo! Arrrgh!
DE QUALQUER FORMA, taí:


;)

quinta-feira, 26 de março de 2015

OVNI's em Quatro Barras, PR, minha cidade!!! OMG!!!

Bom dia Astroleitores!!!

Isso foi tão surpreendente pra mim, e a notícia chegou até mim de um modo tão aleatório, que acessei o blog "correndo" para comentar. Meu marido acordou para ir trabalhar e, como sempre, me acordou algum tempo depois para fumar e tomar um cafezinho com ele antes de ir. Dificilmente consigo dormir de novo quando ele sai (algo me diz que o café tem relação com isso rsrs), então entro no Facebook e fico lendo as coisas dos outros, às vezes tem coisa boa no monte de informação desnecessária que geralmente é descarregada feito tsunami. E hoje foi um dia em que houve!
Pois bem... Eu moro em Quatro Barras, região metropolitana de Curitiba. Aqui "ao lado", com a BR 116 como delimitação de municípios, fica Campina Grande do Sul. E ainda tem Piraquara, que é meio que a filha emancipada e rebelde de Quatro Barras. Dizem as más línguas que Curitiba e principalmente essas três cidades, além da Serra do Mar paranaense, vêm apresentando objetos voadores não identificados tão intrigantes que até foram criados projetos independentes de algumas delas para pesquisa e esclarecimento a população. E eu aqui esse tempo todo! Hahaha.
Creio que por hora eu vou só postar aqui pra vocês a matéria que li que me inspirou a escrever, que fala exclusivamente das supostas atividades extraterrestres na minha cidade e na vizinha. Vários amigos nossos curtiram a postagem do Linkada News mencionando as tão pouco mencionadas Quatro Barras e Campina Grande do Sul, e foi assim que a encontrei. Tem vídeo e tudo mais. O Departamento de Turismo criou uma página referente ao projeto Ufologia Quatro Barras, que visa intensificar as observações do céu e ouvir relatos para comprovar as suspeitas. Segue o textinho e o vídeo da postagem do Linkada News:

"No Paraná existem inúmeros pontos de alta incidência ufológica, sendo um dos destaques o município de Quatro Barras. Para comprovar a veracidade ou não destes fenômenos, os pesquisadores independentes Gerson de Melo Runpfe e Kelvin Byron a convite do Departamento de Turismo da região iniciaram um projeto de pesquisa de eventos extraordinários intitulado ‘Ufologia Quatro Barras’.

O município é considerado, segundo os pesquisadores, uma região de “hotspot” de avistamentos, ou seja, ponto quente, onde existem vários relatos de avistamentos dos mais variados tipos, principalmente objetos voadores não identificados. “A região de Quatro Barras se trata de uma região quente para incidências ufológicas. A convite da Secretaria de Turismo do município, estamos fazendo uma pesquisa verdadeira e real a respeito da veracidade ou não da questão ufológica na região. Para a realização da pesquisa, vamos usar métodos como gravação, vamos filmar, fotografar e principalmente buscar entrevistas com testemunhas que relataram algum evento extraordinário. Já temos algumas entrevistas em arquivo, e também estamos fazendo novas entrevistas”, explicou o pesquisador Gerson de Melo Runpfe.


Segundo os estudiosos, que pesquisam o tema já há mais de 30 anos, a área em torno do Morro do Anhangava é muito citada em relatos como um ponto quente para estes eventos. Para a pesquisa, eles elaboraram um questionário para as entrevistas, no qual vão ser catalogadas informações com descrições detalhadas das próprias pessoas envolvidas, além de abordar local exato onde os avistamentos ocorreram, tamanhos, cores e circunstâncias em que foram vistos. “A entrevista é um passo extremamente importante, por isso é preciso que seja feita de forma detalhada. Elas nos mostram um caminho de pesquisa muito claro, e exatamente o que aconteceu”, afirma o pesquisador Kelvin Byron.

A região de Quatro Barras já se encontra no mapa da ufologia paranaense e na brasileira. De acordo com os pesquisadores, o propósito é que em breve o município entre definitivamente no mapa da ufologia mundial, e isso só tende a trazer benefícios para o crescimento do turismo na cidade. “Nós estamos pesquisando e buscando contribuir com o que podemos na pesquisa, para auxiliar a secretaria de turismo, e com isso atrair ainda mais turistas e até estrangeiros para a cidade”, destaca Runpfe."

Eu não sei se boto muita fé, mas de qualquer forma acho bem legal a iniciativa desde que ninguém fique de "piração" a partir de algumas imagens ou conclusões inconcretas. Enfim, vou acompanhar de perto, literalmente, o andar da carruagem, e sempre estarei registrando aqui quando tiver relevância.
Até a próxima! :) :D

terça-feira, 24 de março de 2015

5 mitos sobre a Evolução que você deve parar de acreditar

Oi oi gente! Voltei e não era sem tempo... Já que 2014 passou sem nenhuma postagem, eu reativo em 2015 em tema de Evolução (hahaha)



Pois bem... Curto a página "Climatologia Geográfica" no facebook, que por sua vez compartilhou um link do site "Mistérios do Mundo", que por sua vez traduziu um artigo de um outro site, este gringo, chamado "Mashable" sobre 5 mitos que rondam a teoria da Evolução e que fazem muita gente defecar pela boca se equivocar na hora de debater. O texto não é de minha autoria, como vocês podem perceber pelos links que anexei no post redirecionando para os artigos originais, mas creio que toda informação relevante deve ser passada adiante (com os devidos créditos, claro, uma vez que reconhecimento é bom e todo mundo gosta némemo?) ;)

Ela está acontecendo agora mesmo, baby!

Mito 1: É apenas uma teoria

A verdade: A palavra “teoria” tem um significado diferente no interior da comunidade científica do que em outros lugares. Na linguagem cotidiana, você e eu usaríamos “teoria” para descrever uma ideia que não necessariamente faz sentido, ou até mesmo seja verdade. Uma teoria científica, por outro lado, refere-se a uma explicação detalhada de uma variedade de fenômenos.
Ela começa como uma hipótese. Então, se existe evidência suficiente para apoiá-la, através de testes repetidos e minuciosos, ela se move para o próximo passo no método científico – uma teoria – onde ela é aceita como uma explicação credível. Um exemplo é a teoria atômica, que mostra como a matéria é composta de átomos.
A evolução, da mesma forma, é aceita pela grande maioria dos cientistas e apoiada por pesquisas em áreas como a embriologia, biologia molecular e paleontologia.

Mito 2: Os seres humanos não estão evoluindo


A verdade: Nós ainda estamos evoluindo biologicamente.
Um exemplo: Há muito tempo – 200.000 anos atrás para ser exato – a maioria dos seres humanos não podia consumir leite após 5 anos. A maior parte da produção da lactase, uma enzima que permite que os mamíferos digiram a lactose encontrada no leite e outros produtos lácteos, rapidamente diminuía nessa idade.
Em seguida, por volta de 10.000 aC, perto da Turquia moderna, uma mutação genética em um ser humano mudou a produção de lactase. O gene passou. Ao longo dos próximos mil anos, ele continuou a se espalhar, e logo a maioria das pessoas na região da Eurásia podiam passar a vida inteira bebendo leite.

Amo essa imagem, não sei o motivo (risos)

Mito 3: Organismos podem evoluir em um único período de vida


A verdade: mudanças evolucionárias referem-se a transformações na composição genética de populações ao longo de gerações, e não de vidas. Então, populações inteiras, e não organismos individuais, evoluem. E isso leva um tempo.
Novas variantes de genes são produzidas por mutações aleatórias. Ao longo do tempo – muitas, muitas gerações – a seleção natural favorece as mais vantajosas. Isso faz com que eles se tornem mais comuns na população (mais uma vez, ao longo do tempo).

Mito 4: Evolução não é ciência, porque não é observável ou testável


A verdade: Nem todas as investigações científicas envolvem experimentos diretos.

A evolução ainda pode ser estudada com experimentos controlados em, digamos, um ambiente de laboratório. Usando organismos com curtos períodos de vida, tais como bactérias ou moscas, os cientistas podem realmente observar a evolução ao longo do curso de um experimento. Um exemplo que você provavelmente está familiarizado: a resistência aos antibióticos.
A resistência aos antibióticos evolui através da seleção natural de mutação aleatória. Após a exposição a um ou mais antibióticos, algumas sub-populações de microorganismos são capazes de sobreviver, gerando o apelido de “superbactérias”. É a razão pela qual os médicos estão tendo que constantemente desenvolver novos antibióticos – e uma consequência direta da evolução através da seleção natural.

Mito 5: Os seres humanos não podem ter evoluído a partir de macacos porque os macacos ainda existem


A verdade: Os seres humanos não evoluíram de macacos modernos; eles apenas compartilham um ancestral comum.
Em algum momento entre 5-8.000.000 anos atrás, um ancestral comum desviou para as duas linhagens separadas que vemos hoje. As espécies no final dessas linhagens, seres humanos e macacos modernos, são o resultado de uma combinação específica de seleção e mutações genéticas ao longo de milhões e milhões de anos.
É uma divisão de duas vias: É por isso que existem os seres humanos e os macacos modernos hoje. Você pode pensar numa árvore genealógica se ramificando ao invés de continuar.
Através do processo muito longo da evolução, ou “descendência com modificação”, o ancestral comum da vida como a conhecemos deu o pontapé inicial em todas as espécies vivas que vemos hoje.

Isso é tudo, pe-pessoal! 
Pretendo voltar com mais 10 mitos em breve, mas por hoje isso é tudo. Au revoir ^^)

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Um pequeno aviso

Olá Astroleitores!
Vocês podem ver que estou visitando pouco o blog... Pois é. Agora nas férias eu vou seguir com um projeto, estou meio que escrevendo um livro e bem, tenho procrastinado muito esse projeto. Vou ir firme com ele até o final das férias, pretendo terminá-lo e voltar a postar normalmente.

Espero que entendam e aguardem nossos próximos encontros.
Abraços a todos.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Teoria da Relatividade - Vídeo

Olá Astroleitores!
Depois de algum tempo sem postar, vim só dar uma passadinha por aqui e aproveitar pra deixar um vídeo pra vocês.
Na verdade são dois: um sobre Tempo e outro sobre Espaço. 
São muito bacanas.
Até mais.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

A Escala Evolutiva das Civilizações - Introdução

Olá, queridos Astroleitores!

Primeiramente, gostaria de agradecer aos muitos comentários de congratulações. Essa época da OBA é, como eu costumo chamar, a alta temporada do Princípios da Astronomia, me esforcei para responder e agradar a todos, mas é complicado. Nos anos anteriores já postei bastante coisa referente à prova, matérias de todos os níveis, então é só se orientar pelos marcadores do blog :)

Depois de um tempão sem dar as caras por aqui, resolvi experimentar o estilo bloguístico do meu caro colega Carlos Capela, do Blog Observações Noturnas com uma pequena "série" de postagens sobre um mesmo assunto. Na verdade, vou me basear numa matéria da revista Superinteressante, a edição 34-A - Março/2013, chamada Guia de Viagens Intergaláticas, a qual vou resumir. Cá uma introdução:

O ser humano parece ter um comichão que o impede de ficar parado. A exploração e conquista espacial é um dos maiores exemplos disso. Já que ninguém sabe ao certo como será o futuro, o que nos resta é apresentar hipóteses, como fez o astrônomo Nikolai Kardashev em 1964 ao dividir as supostas civilizações extraterrestres em três categorias: A do tipo I, que consome a energia total que chega a seu planeta; a do tipo II, que usa o total de energia produzido por sua estrela; e a do tipo III, que consome a energia de sua galáxia.
A Terra seria, no momento, o tipo 0 - nem mesmo a energia que chega até nós é dominada por completo. O físico Michio Kaku, da Universidade Municipal de Nova York, estima que atingiremos o tipo I em 200 anos, o tipo II em 10 mil anos e o tipo III em 1 milhão de anos. Seguindo essas hipotéticas previsões, a revista Galileu dividiu os grandes marcos de nossa civilização, produzindo uma escala evolutiva. "Como sempre, esbarramos em nossas próprias limitações. É o eterno teste da inventividade humana, que nos desafia desde sempre e não deve ir embora tão cedo. Ainda bem, diga-se de passagem.";
Salvador Nogueira, editor.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Desvendando a matéria escura (ou quase lá)

Já comentei sobre a Matéria Escura em algumas postagens. 
Essa substância misteriosa que não interage com a luz, segundo teoria, forma boa parte do Universo, mas ninguém sabe descrever sua estrutura de modo preciso. 
Espectrômetro Alfa Magnético (AMS, na sigla em inglês) antes de ser enviado ao espaço (Foto: Divulgação/Michele Famiglietti/CERN/Nasa)
Espectrômetro Alfa Magnético (AMS, na sigla em inglês) antes de ser enviado ao espaço (Foto: Divulgação/Michele Famiglietti/CERN/Nasa)
Nessa quarta-feira (03) cientistas do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern) anunciaram que podem ter identificado evidências de matéria escura no Universo, ressaltando ainda que podem ter registrado traços físicos da tal substância ao estudar a radiação de pósitrons (o equivalente a um elétron, mas com carga positiva) identificados na Estação Espacial Internacional (ISS) nos últimos 18 meses.
O estudo acerca da matéria escura foi realizado com a ajuda do Espectrômetro Alfa Magnético (AMS, na sigla em inglês) a bordo da ISS. O AMS identificou uma quantidade razoável de pósitrons que podem ter surgido do decaimento da matéria escura. Segundo os pesquisadores, tais dados podem levar a uma descoberta muito empolgante no futuro. O AMS vai continuar em atividade e nos próximos meses (ou anos) poderá afirmar se os pósitrons são de fato evidências da matéria escura ou se têm alguma outra origem.
"Seria incrível, algo como descobrir um continente completamente novo", afirmou a física Pauline Gagnon, que trabalha no Cern.

Fonte (com modificações): G1

Uma breve conversa entre Richard Dawkins e Stephen Hawking

Olá Astroleitores!

Achei esse vídeo enquanto passava o tempo no Facebook e gostei muito, é bem curtinho porém interessantíssimo. Um trecho de cinco minutos de uma conversa entre Richard Dawkins e Stephen Hawking, onde abordam temas como Evolução, Origem da Terra e do Universo, Universos Paralelos, o futuro da humanidade, previsões para a ciência, enfim...



sexta-feira, 22 de março de 2013

E a polêmica continua... (tão desnecessária!)

Olá Astroleitores!
Lá vou eu mais uma vez me expôr (espontaneamente) aos bombardeios de fanáticos religiosos. Muitos veriam isso como um autoflagelo, mas meu senso crítico não me deixa outra alternativa.
Depois do post que fiz sobre a polêmica entre ciência e religião, recebi alguns comentários bem... mal-criados. Eu poderia revidar sendo igualmente baixa apelando para aquelas palavrinhas feias, mas meu bom senso não me oferece nem permite essa regalia; logo, decidi criar outro post. A diferença entre ser igualmente baixa e criar outro post em resposta está no fato de que - vejam só - eu apresentarei argumentos!!!
Fiquei horas e horas matutando sobre isso, bem como quando escrevi a tal postagem que se tornou tão polêmica (a ironia é que a escrevi para acabar com a polêmica, mas enfim). Depois de muito pensar e pesquisar e pensar mais, encontrei dois ótimos textos do Dr. Drauzio Varella que simplesmente exprimem toda a minha opinião sobre o assunto. Este homem da ciência é ateu, mas - novamente, vejam só - apresenta argumentos para justificar sua posição. Tanto ele em seus textos quanto eu em minhas postagens permanecemos, de certo modo, "neutros" em relação à famosa pergunta: Religião é melhor ou mais correta que a Ciência, ou vice-versa?
Estou tentando frisar bem a parte de apresentar argumentos porque acredito que quando as pessoas entenderem isso e colocarem em prática esse ato, não teremos mais problemas tão fúteis e desgastantes, desses em que a gente tem de repetir as mesmas coisas trocentas vezes, bater na mesma tecla sempre, pra depois começar tudo de novo e de novo. Isso me chateia muito, mas voltarei a fazer o que estou fazendo quantas vezes for necessário, para que talvez um dia, quem sabe, consiga parar isso.
Depois desse sincero desabafo de quem aqui lhes escreve, seguem os textos do Dr. Drauzio que, como já disse, são basicamente a minha resposta para os que não compreenderam da primeira vez. Considerem isso como uma segunda chance, não para provar que estou certa, e sim para que exercitem seu bom senso e sua capacidade de digerir informações e argumentar caso não concorde com elas.

A visão de que a vida na Terra evoluiu só para originar o homem não resiste à análise detida.
Muitos imaginam que a vida na Terra evoluiu, a partir de seres inferiores, com o único objetivo de dar origem ao homem. Com o aparecimento de nossa espécie, a evolução teria atingido seu momento de glória.
Essa visão antropocêntrica não resiste à análise mais superficial. Há 4 bilhões de anos, assim que a crosta terrestre resfriou, já começaram a surgir as primeiras bactérias, mães das que estão aí até hoje aparentemente felizes com seu destino, sem qualquer intenção de se tornarem mais humanas.
Se os primeiros hominídeos desceram das árvores nas savanas africanas há meros 5 milhões de anos, houve 3,995 bilhões de anos de vida sem nós. Imaginar que um ser superior precisasse de tanto tempo de experimentação para obter indivíduos tão imperfeitos quanto nós é fazer pouco de sua inteligência.
Se a evolução tivesse como finalidade atingir a “perfeição” (com a criação do Homo sapiens), por que razão nossos parentes mais próximos, com quem compartilhamos 98% de nossos genes, os chimpanzés, teriam surgido 2 milhões de anos depois de nós? Seriam eles mais evoluídos do que nós ou a prova viva de uma experiência fracassada de aprimoramento?
A seleção natural não defende hierarquia alguma nem os interesses de qualquer espécie (os dinossauros que o digam…). Apenas privilegia os indivíduos mais aptos, capazes de vencer a competição pela sobrevivência para reproduzir-se e garantir a presença de seus genes no repertório genético das gerações futuras.
Veja o caso do mais forte de nossos parentes: o gorila. No auge da forma física, um macho chega a pesar 200 quilos, mais do que o dobro do peso das fêmeas. A força bruta lhe confere poder para acasalar-se com várias companheiras e condições para defender a prole.
A oferta abundante de vegetação rasteira nas regiões africanas em que vivem os gorilas não cria obstáculos à vida em grupo. Eles vivem em tropas formadas pelo macho protetor, meia dúzia de fêmeas, os filhotes pequenos e os juvenis.
Os biólogos sabem que a existência de machos grandes e fêmeas pequenas (dimorfismo sexual) é indicativa de disputa pela posse das fêmeas naquela espécie. Os gorilas não fogem à regra. Machos solteiros que atingem a plenitude física não aceitam o celibato e passam a fustigar os mais velhos em seus haréns.
Os combates são violentos, como atestam as cicatrizes que os gorilas machos carregam, mas não são mortais: o perdedor simplesmente se retira, submisso. Quando o vencedor é o desafiante, sua primeira providência é matar os filhotes pequenos, defendidos com unhas e dentes pelas mães.
Voltemos à seleção natural. Teoricamente, os machos que assim agem deveriam ser condenados ao ostracismo e ter seus genes eliminados da comunidade. Se o comportamento infanticida contraria os interesses de sobrevivência da espécie dos gorilas, como consegue ser transmitido de geração para geração?
O comportamento se transmite de pai para filho, porque as fêmeas que acabaram de perder suas crias abandonam o macho incapaz de protegê-las para seguir em companhia do intruso. Como param de amamentar, menstruam e engravidam do novo marido, que passa seus genes para frente e, com eles, a probabilidade de que seus filhos sejam brutais como o pai.
Esse tipo de comportamento infanticida não é exclusivo dos gorilas. Os leões machos, por exemplo, agem de forma semelhante e as leoas reagem de maneira semelhante à das fêmeas dos gorilas.
Desprover a evolução de qualquer propósito intencional, apesar de ser a única forma sensata e racional de estudá-la, em hipótese alguma retira a beleza da criação. Ao contrário: pobreza é imaginar que a vida surgiu sob o comando da varinha de condão de um mágico caprichoso.
Entender como as primeiras moléculas se combinaram aleatoriamente no ambiente primordial da Terra que resfriava, até dar origem às moléculas de RNA e DNA – dotadas da incrível propriedade de fazer cópias de si mesmas, que souberam fabricar camadas externas de proteínas e açúcares para protegê-las e, assim, construir os primeiros seres unicelulares, habitantes exclusivos de nosso planeta por três bilhões de anos; que, mais tarde, se organizaram em formas cada vez mais complexas, numa explosão de biodiversidade, que, por uma sucessão infinita de acasos, chegou até você e eu, leitor, neste momento – oferece uma visão muito mais grandiosa da vida e nos ensina a respeitá-la.


Por mais de mil anos, o homem acreditou ser a Terra o centro do Universo. Nosso planeta estaria parado, e todos os corpos celestes girariam ao nosso redor.
Lá pela época em que o Brasil foi descoberto, Copérnico demonstrou que a Terra e os planetas rodavam pelo céu e que o movimento das estrelas na noite era causado pela rotação da Terra. Perdíamos a supremacia do centro de tudo.
Poucos anos depois, novo baque no orgulho humano: Galileu Galilei. Ele e os que vieram depois nos constrangeram a aceitar que nosso pequeno planeta não passava de um dos bilhões de componentes da Via Láctea, uma das bilhões de galáxias do Universo (se é que não existem bilhões de universos).
Como consolação, apegamo-nos ao fato de que a Terra, pelo menos, deveria ser um planeta especial porque nela vivemos nós, criados à imagem e semelhança de Deus. Por isso, não só as pessoas comuns, mas a ciência também acreditou por muito tempo que Deus havia criado todas as plantas e animais num só dia de trabalho.
Há 150 anos, apareceu Charles Darwin para resolver o problema dos fósseis colecionados nos museus britânicos: seres desaparecidos que guardavam semelhanças importantes com os atuais. Seriam eles ancestrais desses? Por que teriam desaparecido alguns e sobrevivido outros?
Darwin deu uma explicação simples: a vida na Terra seria um eterno competir e sobreviveriam apenas os mais aptos. Aqueles fósseis, eliminados por incompetência, teriam deixado descendentes portadores de características que lhes conferiram vantagens na competição.
Foi o golpe de misericórdia nas pretensões humanas: não passávamos de uma entre milhões de espécies que se formaram a partir das bactérias de 3,5 bilhões de anos atrás! O choque foi de tal ordem que 150 anos depois, na era da informática, muitos ainda combatem as idéias do naturalista inglês: como podemos descender de seres inferiores, se somos tão inteligentes?
A única saída que restou para conciliarmos as evidências cristalinas da seleção natural com a vaidade humana foi a de nos voltarmos para um ser transcendental. Afinal, somos ou não a semelhança Dele? Deus tem barba e veste manto, nunca foi representado como um besouro, embora existam trezentas mil, ou talvez um milhão, de espécies de besouros.
Conduzidos pela mão divina fica mais fácil aceitar a evolução: todas as espécies teriam sido criadas com o objetivo de evoluir até chegar ao objetivo final da evolução: o Homem. Afinal, temos o sistema nervoso de mais alta complexidade. Que mais poderiam almejar amebas, ostras, samambaias ou gorilas do que atingir a condição humana, um dia?
Assim, a evolução seria um rio caudaloso, ávido por desembocar na espécie humana. Todos os que ousaram opor-se à fúria de suas águas foram suprimidos pela seleção natural. Não estão aí os fósseis para provar?
Infelizmente, não foi tudo tão simples. Há quinhentos e trinta milhões de anos, houve uma explosão de biodiversidade na Terra. Entre milhões de espécies da época, há fósseis de uma única dotada de um eixo duro nas costas. Se ela não estivesse lá naquele momento, não teriam nascido os vertebrados de hoje.
Mais tarde, se não estivesse presente um pequeno grupo de peixes com os ossos distribuídos em torno de um eixo firme, central, que dificultava a natação, mas permitia a locomoção fora da água, não existiria a vida terrestre.
Os dinossauros dominaram o planeta por quase duzentos milhões de anos. Enquanto andavam por aqui, os mamíferos não passavam de um pequeno grupo de roedores noturnos, assustados com o tamanho da vizinhança.
Então, há sessenta e cinco milhões de anos caiu um corpo celeste no México, que abriu uma cratera de dez quilômetros. O impacto levantou uma nuvem enorme de poeira e muitos vulcões entraram em atividade. A força física de nada valeu aos dinossauros no meio da poluição que se formou.
Azar deles, sorte nossa! Um desvio de milésimo de grau na trajetória do asteróide, e não estaríamos aqui para fazer filmes sobre eles.
Se, há cinco milhões de anos, não tivesse surgido na África um primata de um metro e pouco, franzino, mas capaz de andar ereto sobre duas pernas e viajar pelo planeta, nossa linhagem provavelmente estaria em extinção como a de nossos primos chimpanzés, muito mais fortes fisicamente.
Muitos preferem pensar que está evidente nessas coincidências a intenção divina. Afinal, tudo deu tão certo para nós. Outros acham que não é bem assim: deu certo para milhões de outras espécies também. Que diferença faz para uma formiga da floresta existirem homens e mulheres na face da Terra? E para os dinossauros e tantas espécies extintas a evolução foi justa?
Os que acreditam num gesto divino provocando sucessivas extinções em massa para abrir caminho ao nascimento do homem não admitem o acaso para explicar nossa presença neste momento. Para os outros, negar que o Homo sapiens tenha surgido por mera casualidade destrói a beleza da criação.
Lendo os dois textos, facilmente percebe-se que tudo gira em torno de acasos. Aí sempre aparecem os religiosos dizendo: "Mas e a condição que a Terra possui exclusivamente para abrigar vida, ela surgiu do nada?" e outras coisas do tipo. Eu acho muito mais bonito acreditar que sim, que realmente existimos por acaso. Por acaso a Terra em seus primórdios foi constantemente bombardeada por corpos vindos do espaço; por acaso, depois de se super aquecer, ela resfriou-se; por acaso, esse resfriamento possibilitou o desenvolvimento de moléculas e células e seres e mais adiante suas respectivas evoluções que, muito por acaso, possibilitaram que nós, seres humanos, fizéssemos parte desse grande acaso que é a vida.
Deixando minha opinião pessoal à parte, os fatos expostos são fatos e seja qual for sua crença, continuarão irrefutáveis. Mas se mesmo assim você se nega a acreditar que, por acaso, nós, a Terra, o Universo e tudo o mais surgimos e existimos todos por um acaso, o ditado "o pior cego é aquele que não quer ver" se aplica indubitavelmente à sua pessoa.

"Bolas espaciais" de carbono


Os cientistas detectaram as maiores moléculas já vistas no espaço, em uma nuvem de poeira cósmica em torno de uma estrela distante. As moléculas de carbono em forma de bola de futebol só foram descobertas na Terra 25 anos atrás, quando foram produzidas em um laboratório. E agora, verifica-se que as condições que foram deliberadamente criadas em laboratório podem ocorrer no espaço também: os cientistas apenas tiveram que procurar no lugar certo.

Estas moléculas são do “terceiro tipo de carbono”, sendo que os dois primeiros tipos são grafite e diamante. Elas são compostas por 60 átomos de carbono dispostos em uma esfera. Os átomos estão ligados entre si em padrões alternados de hexágonos e pentágonos que, na escala molecular, se parecem exatamente com uma bola de futebol.
A equipe de cientistas não estava procurando especificamente essas moléculas, mas acabaram localizando a sua inconfundível “assinatura infravermelho”. Segundo a equipe, elas vibram e oscilam de muitas maneiras diferentes, e ao fazer isso interagem com a luz infravermelha em comprimentos de onda muito específicos.
Quando o telescópio detectou as emissões nesses comprimentos de onda, os cientistas já sabiam que estavam olhando para o sinal das maiores moléculas já encontradas no espaço. O sinal veio de uma estrela na constelação do hemisfério sul de Ara, a 6.500 anos-luz de distância.
Essas moléculas são muito estáveis e duradouras. Portanto, uma vez que elas se formam no espaço, seria muito difícil destruí-las. Mas, segundo os cientistas, esta é uma evidência clara de uma classe inteiramente nova de molécula existente lá.
Os pesquisadores agora querem descobrir qual a fração de carbono do universo que estas esferas poderiam conter. Eles também querem usar as propriedades conhecidas da molécula para obter uma melhor compreensão dos processos físicos e químicos no espaço. A descoberta pode até mesmo lançar luz sobre outras assinaturas químicas inexplicáveis que já foram detectadas na poeira cósmica.

As estrelas de Andrômeda

Andrômeda, também conhecida como M31, é uma galáxia espiral próxima a Via Láctea, com "apenas "2,5 milhões de anos-luz de distância de nós.



Para produzir essa imagem foram usados dados de dois observatórios espaciais diferentes, que usaram ondas além do espectro visível para nós. Na foto, você pode ver as estrelas atuais e as que, provavelmente, ainda irão surgir em Andrômeda.

Estrelas futuras? Nós explicamos. A poeira vermelha que você vê, fotografada pelo observatório Herschel, juntamente com o gás interestelar que cerca Andrômeda consiste no material necessário para a formação de novas estrelas.

Já os dados coletados pelo observatório XMM-Newton mostram os sistemas de estrelas binários de Andrômeda, que contém estrelas de nêutron e buracos negros, representando o estágio final na “evolução estelar”.

Andrômeda tem, aproximadamente, o dobro do comprimento da Via Láctea, com 200 mil anos-luz de uma ponta a outra. 


quinta-feira, 21 de março de 2013

Pisca-pisca noturno? Luzes do passado?

Olá Astroleitores!
Adivinharam o tema da postagem?
Fonte da imagem: Tumblr
Ah, as estrelas... particularmente, um de meus assuntos prediletos. Tão inspiradoras! Mas deixando o lado lírico e poético destas belezinhas a parte, elas também impressionam quanto ao lado científico. 

Estrelas... elas cintilam, certo?

Errado!

Aquele pisca-pisca que vemos no céu noturno é apenas uma ilusão de ótica. O que cintila não são as estrelas propriamente ditas, e sim a imagem que temos delas. O brilho desses corpos celestes tem de atravessar mais de 100 quilômetros da atmosfera terrestre antes de chegar aos nossos olhos e, durante essa travessia, os raios são "balançados" pelo ar, dando a impressão de que as estrelas têm sua luminosidade alterada o tempo todo. 
Por parecerem pequenos pontinhos vistas daqui, quando a atmosfera age em sua luz e distorce suas imagens, a ilusão que temos é a do efeito pisca-pisca. Esse mesmo efeito não ocorre com os planetas visíveis a olho nu - Marte, Vênus, Júpiter e Mercúrio - já que aos nossos olhos suas imagens são maiores que as das estrelas, logo a distorção submetida pela atmosfera não é o suficiente para fazê-los cintilar. Apesar de que até mesmo os planetas, quando o ar está muito agitado, podem parecem piscar.
Vale a pena lembrar que no espaço, sem a interferência da nossa atmosfera, o brilho de qualquer astro é sempre fixo.
Outra coisa interessante: a maioria das estrelas que vemos já não existe mais; ou seja, não estamos vendo a estrela de fato, e sim o seu brilho, que ainda viaja até nossa atmosfera e logo mais, através dela. São luzes do passado, de estrelas que já morreram, mas que de alguma forma se mantém vivas para nós com sua luz.

De qualquer forma, ao menos para mim, é impossível não amá-las... Ha-ha.

Fonte (com modificações): Mundo Estranho

sexta-feira, 8 de março de 2013

Cometas PANSTARRS e ISON

Este ano, dois cometas nos darão o ar de suas graças: PANSTARRS, já nesse mês de março; e ISON, que pode tornar-se muito brilhante e visível em todo o mundo nos últimos meses do ano. Embora um cometa possa ser previsto, seu brilho não pode ser; portanto, os cientistas alegam: é muito cedo para saber se os dois cometas realmente irão nos deslumbrar. Como já disse uma vez o caçador de cometas David Levy, "os cometas são como gatos, pois eles têm caudas, e fazem exatamente o que querem".

PANSTARSS
O cometa é registrado na Nova Zelândia no início de março Foto: AP
Panstarss é registrado na Nova Zelândia no início de março. Foto: AP
Segundo estimativas, o cometa deve ficar tão brilhante quanto Vênus e tornar-se visível no céu principalmente após o pôr do sol durante todo o mês. Ele vai estar bem perto do horizonte. Em 10 de março, ele estará no ponto mais perto do Sol, ou seja, se encontrará mais brilhante e ativo, pois nossa estrela, com seu calor, ventos e radiação, expande o núcleo dos cometas que passam a arremessar para longe o material (gases e poeira) que estava no gelo, formando as clássicas caudas.
Panstarrs é considerado um cometa não-periódico. Provavelmente levou milhões de anos para vir da nuvem de Oort até o interior do nosso Sistema Solar (sendo essa a sua primeira visita). Uma vez que passar pelo Sol, sua órbita vai encurtar para 110.000 anos, ou seja, sua aparição neste mês é realmente uma rara oportunidade.

ISON
Espera-se que, pelo menos por um curto período, ele se torne tão brilhante quanto uma lua cheia - o que deve ocorrer em seu periélio, quando estará mais próximo do Sol, por volta de 28 de novembro de 2013.
Em agosto e setembro, ISON deve tornar-se visível para observadores em locais escuros, com pequenos telescópios ou até binóculos. Já em outubro, deve tornar-se visível a olho nu, mas apenas por pouco tempo, nos primeiros dias do mês. Nesse momento estará passando em frente à constelação de Leão, primeiro perto da estrela Regulus, depois do planeta Marte. Em novembro, continuará a se iluminar, passando muito perto da estrela Spica e do planeta Saturno, na constelação de Virgem. Esses dados podem ajudar observadores a encontrar ISON no céu.
Se tudo correr bem em seu periélio final em 28 de novembro, e se o cometa não se quebrar (como às vezes acontece), ISON pode ficar muito brilhante.
Em dezembro, se o cometa tiver "sobrevivido" a quente proximidade com nosso astro, será o melhor mês para observá-lo. Ele será visível em todo o planeta, antes do nascer do Sol e depois do pôr do Sol.
Nem sempre os cometas correspondem às expectativas. Há uma chance de ISON quebrar-se, como fez o famoso Cometa Elenin em agosto de 2011; por outro lado, pode sobreviver e nos presentear com sua beleza, como fez o Cometa Lovejoy no final de 2011. Nesse caso, ambos os hemisférios seriam agraciados por pelo menos 2 meses, a partir de novembro de 2013 até janeiro de 2014.

PANSTARRS e ISON são fortes candidatos na disputa pelo título de Cometa do Século. 

Fontes: 

domingo, 3 de março de 2013

A polêmica entre Ciência e Religião

Olá meus queridíssimos AstroLeitores!!!

Fiquei uns dias afastada e, como sempre faço quando isso ocorre, busquei matérias e posts em sites e blogs de minha confiança para dar uma atualizada por aqui. 
Meu prezado colega Otávio Jardim Ângelo, do Blog Da Terra Para as Estrelas postou um ótimo conteúdo recentemente (o que não é novidade, rs), mas confesso que dessa vez fiquei mais instigada do que o "normal". Ele tratou da relação entre Ciência e Religião, vejam só!!! Isso de fato é uma surpresa para mim, afinal uma minoria aqui da "blogosfera" ousa tocar nesse assunto tão polêmico; eu mesma, quando sem querer dei uma brecha, acabei tendo uma pequena dor de cabeça com alguns leitores.
As pessoas costumam dizer que religião não se discute, que gosto não se discute, bla bla bla. O resultado? Um povo ignorante, que só sabe se conformar, que não tem argumentos, não consegue ter uma conversa produtiva e construtiva sobre nada sem que acabe em pancadaria. Por esse motivo, fiquei realmente contente por saber que ainda existe gente com a mente aberta, disposta a debater sobre esse e os mais diversos temas.
Tendo a postagem do Otávio me chamado a atenção, decidi tomar o mesmo rumo e falar sobre isso com vocês. Não sei se é uma boa ideia, mas estou disposta a correr o risco pelo bem da informação :)
Já deixei explícito aqui no blog que sou ateísta, mas costumo ser bem justa e neutra, e não puxo sardinha pra lado nenhum. Exponho fatos, argumentos; e é assim que funciona aqui.

"A religião é o ópio do povo", já dizia Karl Marx (que, diga-se de passagem, foi muito mal-interpretado quando o fez, afinal ópio é um constituinte narcótico e a frase em si gerou muitas especulações e críticas). Marx, Durkheim e Weber tinham conceitos distintos acerca da Religião, mas todos eles concordavam veementemente em uma coisa: no processo de secularização. Essa teoria afirmava que as religiões desapareceriam do planeta, num futuro onde as explicações científicas prevaleceriam e seriam o suficiente para acalmar e conformar as massas. Como podemos facilmente perceber, eles estavam redondamente enganados. Na nossa realidade atual, no mundo em que vivemos hoje, a religião continua sendo o ópio do povo. Vários problemas surgiram, o caos nos cerca de todos os lados, mas a religião continua lá, servindo de alicerce para muitos, muitas vezes até mais do que a ciência. O processo de secularização foi descartado e esquecido, dando espaço para outro processo: o da globalização. Esse sim está aí, firme e forte. Informações voam pelo mundo velozmente, há intercâmbio entre culturas, o mundo de repente ficou pequeno. Em contra partida, existe também a disseminação de coisas negativas, várias formas de pregar o ódio, a violência e a dor. Uma onda de pânico cobre a humanidade, que por sua vez se apega às suas crenças. Aí é que surgem os oportunistas, que se dão bem às custas da vulnerabilidade e medo das pessoas, prometendo soluções mirabolantes para toda essa loucura e os males do mundo.

Após essa pequena introdução, vamos direto ao ponto, aquele que todos almejam quando o assunto é Ciência e Religião: qual é o melhor caminho?
Ambos os pensamentos são visões de mundo, percepções do que estamos vivendo, e busca de soluções para isso tudo. Albert Einstein, por exemplo, justificava sua devoção à Ciência como "sentimento religioso cósmico", dizendo que a religião sem ciência é coxa e que sem ciência a religião é cega.
Mesmo os que não possuem religião, são inevitavelmente afetados por ela; e mesmo aqueles que acreditam somente na religião, se utilizam da ciência, também de modo inevitável. Não podemos negar: ciência e religiosidade andam lado a lado. Ambos os aspectos são fundamentais, para alguns mais, para outros menos, mas esse fato é irrefutável. 
 Seguindo este raciocínio, lhes respondo a pergunta central da postagem. 
Tudo o que queremos são respostas. Respostas verdadeiras e duradouras. Se para consegui-las você escolhe se apegar e acreditar na Ciência, ou se apegar e ter fé em alguma Religião, está tudo bem. Mas independente da escolha, busque sempre a verdade. Seja na ciência ou na religião, existem sim muitas falcatruas, como as profecias sobre o fim do mundo e tantas outras que vemos por aí o tempo todo nos noticiários. Então, seja qual for o caminho que escolha ou tenha escolhido, não aceite encheção de linguiça, questione, e se for necessário, mude seu caminho.

Quem quiser dar uma olhada na postagem do Otávio, fica aqui o link.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Possíveis aparições extraterrestres em missões espaciais

A Apollo 11 é considerada a missão espacial de maior sucesso da história da exploração espacial.

Por quê?


Há muitas razões bastante conhecidas, mas uma delas pode ter passado despercebida e talvez seja a prova de que não estamos sozinhos no universo.
Em 1969, no auge da Guerra Fria, os soviéticos haviam assumido a dianteira da corrida espacial. Em 21 de julho do mesmo ano, Neil Armstrong e “Buzz” Aldrin Jr. fizeram história ao se tornarem os primeiros a pisar na superfície lunar, cumprindo assim o objetivo traçado pelo histórico discurso do presidente John F. Kennedy em 1961.


Mas outro fato histórico que muitos desconhecem ou ignoram ocorreu antes da chegada do homem à Lua.
Os astronautas da Apollo 11 mantinham comunicação constante com a NASA, em Houston. Três dias após o lançamento, um deles perguntou se alguém em Houston poderia informar a posição da S-IVB em relação a eles.
A S-IVB era a última parte do foguete propulsor da Apollo 11, que tinha se desprendido dois dias antes. O centro de controle respondeu que a mesma se encontrava a 6 mil milhas náuticas de distância.
Em muitas entrevistas, “Buzz” Aldrin Jr. declarou ter visto através de uma das escotilhas do módulo espacial um objeto luminoso que viajava ao lado deles e que não podia ser parte do próprio foguete.
Os astronautas tiveram o cuidado de não revelar, durante a transmissão, que havia um objeto desconhecido movendo-se junto com eles, e de perguntar à base em Houston o que estavam vendo.
Como sabiam que a transmissão estava disponível para muitas pessoas, temeram que alguém pudesse pensar que se tratava de extraterrestres e solicitar o regresso da Apollo 11 antes da hora.


Até hoje, o que quer que a tripulação tenha visto, não foi identificado ou reconhecido oficialmente.
Essa não é a única declaração do possível encontro com OVNIs em missões espaciais.
Gordon Cooper, um dos sete astronautas do projeto Mercury, foi o primeiro americano a dormir em órbita. Ele também participou do projeto Gemini.



Por muito tempo, Cooper manteve em segredo seus encontros pessoais com OVNIs, mas decidiu contar suas experiências.
Em 1951, quando voava pela Força Aérea dos Estados Unidos, Cooper e outros pilotos foram testemunhas de um jamais explicado oficialmente: uma frota de OVNIs, centenas deles, voando em formação.
Esse fenômeno foi relatado no momento de sua ocorrência. De acordo com declarações do próprio Cooper, não poderiam ser balões meteorológicos porque eram mais rápidos e estavam a grande altitude.
Seis anos mais tarde, quando era supervisor e piloto de prova de naves experimentais na base aérea Edwards, na Califórnia, Cooper teve outro encontro com extraterrestres. Uma equipe experiente de fotógrafos, que deveria filmar a aterrissagem de uma nave experimental, fotografou e gravou a aterrissagem de um estranho disco voador a apenas 46 metros de distância. Cooper recebeu a ordem de revelar os negativos e confirmou a versão da equipe de gravação. Não se tratava de uma nave experimental da força aérea. O evento foi relatado a seus superiores e o material foi enviado a Washington, mas Cooper nunca mais ouviu falar do assunto.



Anos mais tarde, Cooper decidiu escrever uma carta às Nações Unidas com a proposta de criar um comitê para pesquisar o fenômeno OVNI. Na carta, ele dizia acreditar que veículos extraterrestres tripulados, sem dúvida mais avançados tecnologicamente, estavam visitando o planeta Terra.
Gordon Cooper morreu convencido de que o governo norte-americano adotava uma política de encobrimento desses fenômenos.
E pra quem só acredita vendo, segue o vídeo divulgado em 2004 pela Força Aérea Mexicana onde podemos ver um avião de reconhecimento sendo seguido por uma frota de OVNIS.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Marte e suas "curiositys"

Olá Astroleitores!

O robô Curiosity está em Marte há 5 meses. O que será que ele descobriu por lá?

O Curiosity encontrou moléculas de água, enxofre e perclorato (composto formado por cloro e oxigênio) no solo do planeta vermelho. Segundo a publicação da NASA do dia 3 de dezembro, esse composto (perclorato) possui partículas de carbono, elemento orgânico fundamental para formação de vida, mas ainda não é possível afirmar se elas são de origem genuinamente marciana ou se trata de uma "contaminação" que veio da Terra. O jipe-robô foi esterilizado antes de partir para a missão, mas a possibilidade de ter "contaminado" Marte não foi descartada. 
John Grotzinger, chefe da missão, disse em entrevista que os resultados obtidos pelo robô são "dignos de entrar nos livros de história", gerando especulações de que eles teriam sim encontrado provas consistentes sobre a existência de vida extraterrestre e as "esconderam" da mídia.
Maki possui um site (Sci-ənce) onde cria cartoons sobre notícias científicas. O AstroPT traduziu o cartoon que diz respeito da missão Curiosity e, então, segue o link do cartoon original criado por Maki aqui e o traduzido e adaptado pelo AstroPT.
Para visualizar a imagem no tamanho original, clique aqui.
Apesar de tal descoberta, ainda é cedo para afirmar se houve ou poderia existir vida em Marte, a missão está, até então, em sua fase inicial e qualquer especulação é demasiadamente precoce. A grande aposta da missão, que se prolongará por 2 anos, está na investigação da cratera Gale de Marte.

Fonte (com modificações!): UOL Notícias

domingo, 13 de janeiro de 2013

Desaquecimento global?

Olá Astroleitores!

Não estou postando diariamente como havia determinado em uma de minhas metas para esse ano, mas é que tem uma pessoinha chegando na família e estamos todos esbaforidos, minha sobrinha já está pra nascer e aqui tá uma correria que só...

Enfim. Comprei uma revista "Galileu" na época em que só se falava sobre o suposto fim do mundo e encontrei um artigo bem legal no meio de tanta baboseira.

Todos sabemos que as mudanças climáticas estão aí, acarretando diversos problemas para o nosso planeta, porém um ramo da ciência, a geoengenharia, propõe ideias audaciosas (algumas até bem mirabolantes) para solucioná-los.
Entre as diversas propostas, algumas foram descartadas devido aos seus efeitos colaterais ou inviabilidade econômica, enquanto outras até geram resultados, mesmo que bem modestos, como os projetos a seguir:

"Semear os mares"
Os plânctons são organismos minúsculos que vivem no mar e que durante sua vida consomem CO2 da atmosfera. Quando esses seres morrem levam consigo para o fundo dos oceanos o CO2 captado, processo denominado "sequestro de carbono". Logo, quanto mais plânctons, maior a quantidade de CO2 que será "sequestrada" da atmosfera. Uma forma de induzir o crescimento desses seres é semear os mares com ferro, mineral capaz de realizar tal crescimento. 

"Pintar telhados e estradas de branco"
Telhados e estradas de cor escura absorvem mais raios solares e assim, aumenta a concentração de calor no local. Ao pintá-los de branco, eleva-se a capacidade de refletir a luz solar e dissipar o calor.

"Clarear certas nuvens..."
Navios espalhados pelos mares borrifariam uma alta carga de sal em direção a nuvens do tipo stratus (as mais baixas) que geralmente refletem parte dos raios solares. O sal tem o poder de atrair gotículas de água e, quando isso ocorre, as nuvens tornam-se mais densas e brancas. Tais nuvens ganham um potencial muito maior de refletir luz solar e irradiar calor, ajudando a baixar as temperaturas.

"...e destruir outras"
Ao contrário das nuvens stratus, as do tipo cirrus costumam reter calor e, consequentemente, esquentar a temperatura. A ideia é lançar mão de aeronaves que espalhariam sobre tais nuvens iodeto de bismuto, um composto não-tóxico que as dispersariam, evitando a concentração de calor.

"Imitar um efeito dos vulcões"
A erupção dos vulcões lança para a estratosfera (camada da atmosfera acima daquela em que vivemos) grandes quantidades de SO2 (dióxido de enxofre) que permanecem ali por um bom tempo. Esse composto forma um tipo de barreira contra a incidência dos raios solares, resfriando a temperatura. Cientistas querem simular esse efeito bombeando milhões de toneladas de SO2 na estratosfera com o intuito de baixar os registros no termômetro do planeta.

São ideias plausíveis, mas assim como existem prós também existem contras. O que poderia funcionar bem em uma região poderia simultaneamente destruir outra; fora o conflito de interesses entre os países, visto que os mesmos têm prioridades diferentes.
O fato é que temos de fazer algo, afinal, o tempo corre e a temperatura aumenta.
fotolog.com
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